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domingo, 12 de junho de 2011

Festas Juninas

Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas, que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.
Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil. Seria as festas juninas folclore ou religião? Até onde podemos distinguir entre ambos?
A palavra folclore é formada dos termos ingleses folk (gente) e lore (sabedoria popular ou tradição) e significa “o conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou canções; ou estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas em suas lendas, crenças, canções e costumes. Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que instituições educacionais promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização. Entretanto, convém salientar a coerente distancia existente as finalidades educacionais e as religiosas.
Plágio do  Paganismo
Na Europa antiga, bem antes do descobrimento do Brasil, já aconteciam festas populares durante o solstício de verão (ápice da estação), as quais marcavam o início da colheita. Dos dias 21 a 24, diversos povos , como celtas, bascos, egípcios e sumérios, faziam rituais de invocação da fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, prover a fartura nas colheitas e trazer chuvas. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. As pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos. Por exemplo: as cerimônias realizadas em Cumberland, na Escócia e na Irlanda, na véspera de São João, consistiam em oferecer bolos ao sol, e algumas vezes em passar crianças pela fumaça de fogueiras.  As origens dessa comemoração também remontam à antiguidade, quando se prestava culto à deusa Juno da mitologia romana. Os festejos em homenagem a essa deusa eram denominados “junônias”. Daí temos uma das procedências do atual nome “festas juninas”. Tais celebrações coincidiam com as festas em que a Igreja Católica comemorava a data do nascimento de São João, um anunciado da vinda de Cristo. O catolicismo não conseguiu impedir sua realização. Por isso, as comemorações não foram extintas e, sim, adaptadas para o calendário cristão. Como o catolicismo ganhava cada vez mais adeptos, nesses festejos acabou se homenageando também São João. É por isso que no inicio as festas eram chamadas de Joaninas e os primeiros países a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal.

          Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antonio e de São Pedro só começaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho passaram a ser chamadas de festas juninas. O curioso é que antes da chegada dos colonizadores, os índios realizavam festejos relacionados à agricultura no mesmo período. Os rituais tinham canto, dança e comida. Deve-se lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).   As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603 e foram registradas pelo frade Vicente do Salvador, que se referiu aos nativos que aqui estavam da seguinte forma: “os índios acudiam a todos os festejos dos portugueses com muita vontade, porque são muito amigos de novidade, como no dia de São João Batista, por causa das fogueiras e capelas”.
As festas juninas têm um caráter religioso que desagrada a Deus. O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro.  Como crentes, devemos adorar somente a Deus: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Assim, nossos lábios devem louvar tão-somente o Senhor Deus: “Portanto, ofereçamos sempre por meio dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). O texto de Apocalipse 7.9 é um bom exemplo do que estamos falando: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas com palmas nas suas mãos. E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro”. O povo de Israel abraçou os costumes das nações pagãs e foi criticado pelos profetas de Deus. A vida de Elias é um exemplo específico do que estamos falando. Ele desafiou o povo de Israel a escolher entre Jeová Deus e Baal. O profeta pôs o povo à prova: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o”(lRs 18.21). É claro que o contexto histórico do texto bíblico em pauta é outro, mas, como observadores e seguidores da Palavra de Deus, devemos tomar muito cuidado para não nos envolvermos com práticas herdadas do paganismo. Pois é muito arriscada a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, adotada por alguns evangélicos. É preciso que os líderes e É preciso que os líderes e pastores aprofundem a questão, analisem a realidade cultural do local em que desenvolvem certas ativida­des evangelísticas e ministério e orientem os membros de suas respectivas comunidades para que criem e ensinem os filhos nos preceitos recomendados pela Palavra de Deus.
A maioria destas festas, “ditas religiosas”, são realizadas para se pagarem ou fazerem promessas a algum santo ou padroeiro (protetor) cuja data seja celebrada na referida época - Santo Antônio, São Pedro, São João e outros mais. A Igreja Católica é incentivadora - daí o teor religioso da festa Junina, pois nestas festas ocorrem rezas, canções e missas; as comidas e doces são oferecidos a estes santos - claro que os que comem não são os santos, mas os que participam desta festa. Este procedimento de "oferecer comida aos santos" é muito parecido aos despachos espíritas nos cemitérios e encruzilhadas; talvez a diferença seja o local da "festa".  Está escrito que "há um só  Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (I Tm 2.5). Se pudermos pedir diretamente a Deus, por meio do Senhor Jesus Cristo, o único MEDIADOR, não precisamos pedir ou louvar aos santos, pois só Deus é o único digno de receber todo louvor. Não temos nada contra os santos - pelo contrário, São Paulo, São Pedro, São João e outros nos deixaram epístolas, evangelhos e doutrinas. A Bíblia é contra a veneração das pessoas dos santos, que são humanos mortais. O próprio São Paulo recusou adoração (At 14.11-15).
Quando adoramos a Deus, somos abençoados; os que adoram aos ídolos, são amaldiçoados. Aqueles que participam da Festa Junina, além de humilhar e escarnecer do homem do campo, é amaldiçoado pelos demônios que recebem as comidas, doces e danças. Pois está escrito que "... aqueles que oferecem alimentos a estes ídolos estão unidos no sacrifício aos demônios, e não a Deus, não quero que sejais participantes com os demônios". (I Co 10.20).

O Que diz a  Bíblia : " ...que não comam comidas oferecidos aos ídolos" Atos 15.20
" ...aqueles que oferecem alimentos a estes ídolos, estão unidos no sacrifício aos demônios, e não a Deus, não quero que sejais participantes com os demônios.    " I Cor. 10.20
" ... não podeis beber o cálice do Senhor (Santa Ceia) e o cálice dos demônios : não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios" I Cor. 10.21
"... mas se alguém disser: esta comida foi oferecida aos ídolos, não comais, por causa
daquele que vos advertiu, e por causa da consciência." I Cor. 10.28

Pr. João Flávio & Presb. Paulo Cristiano
Matéria compilada e adaptada pela equipe editorial do CACP








quarta-feira, 8 de junho de 2011

Saber Esperar

A Bíblia Sagrada fala que "tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Eclesiastes 3:1).
Mas como esperar por esse tempo quando a ansiedade ocupa o nosso coração?Quando nos antecipamos em decidir as coisas, na verdade, estamos imbuídos de uma ansiedade humana que cria uma pequena abertura para a atuação do diabo. E o nosso problema é exatamente esse: reservamos um lugar pequenino em nosso coração para satanás e ele sabe que tem livre acesso ao coração todo. A ansiedade vem a destruir outras áreas na vida de uma pessoa. Por exemplo: ela mexe diretamente com a fé. Quem acha que DEUS está demorando muito para realizar um propósito, de certa maneira condiciona as ações do Espírito Santo em suas vidas. Outro perigo é querer acreditar que DEUS já respondeu as nossas petições sem que isto tenha acontecido verdadeiramente. DEUS responde, como viva voz, ao coração dos seus filhos amados. Quem, como filho nascido do Espírito Santo, ainda não tenha ouvido a voz do PAI? A Bíblia afirma "as minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem" (João 10:27). Deus revela os seus propósitos através também de sonhos, de louvores, na igreja (na pregação e através de outros irmãos); enfim, há uma unicidade naquilo que DEUS responde, seja lá de onde venha. O que não devemos é nos precipitarmos a essa voz, sem queixas e sem murmurações. Esperar pela voz do Senhor é a principal virtude da obediência cristã. Em Salmos 27:14 diz: "Espera no Senhor; sê forte, anima-te, e espera no Senhor". Também os salmos 37:34 acrescentam: "espera no Senhor; e guarda o seu caminho. Ele te exaltará para herdares a terra (...)". E dos salmos 40 vem a confirmação: "Esperei com paciência pelo Senhor; ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor" (vers.1). Dessa forma, está mais que provado que aquele que espera alcança todas as promessas de DEUS. O Senhor nos dá liberdade de agirmos debaixo de Sua soberania; portanto, podemos arbitrariamente decidir os rumos que queremos para a nossa vida. Cuide em obedecer tão somente. Quanto à ansiedade: "Lançai sobre DEUS toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar" (1Pedro 5:7-8). A ansiedade faz residência na mente, a qual estimula as ações precipitadas. Por isso, eleve seus pensamentos a DEUS. Aprenda a descansar no Senhor. Depois que as ansiedades tiverem saído, o Senhor te dará tudo novo. Todos os cristãos sabem e crêem que DEUS tem o melhor para nós; porém muitos insistem em preferir o que está imediatamente abaixo desse melhor; por exemplo, a direção permissiva de DEUS. A permissão nunca é boa, mas é necessária. Ela é uma forma encontrada por DEUS de fazer com que o homem, impaciente em esperar, descubra-se a si mesmo incapaz de descortinar suas veredas. Há muitos crentes se decepcionando, nos templos, até mesmo com pessoas consideradas cristãs. Muitos em relacionamento principalmente. Pecam pela impaciência e por não saber esperar. DEUS quer do homem a sua total entrega, mas ele só deseja de DEUS alguns cuidados especiais como saúde, trabalho, segurança etc. Na hora de decidir algo, não tem paciência de orar, pedir e esperar. Acha que "está demorando muito" ou "que já está velho demais para esperar". Assim é no trabalho, na vida sentimental e até na esperança de conversão de muitos. A nossa vida espiritual pode ser destruída por um pequeno detalhe. Olhem para o exemplo de Saul: constituído rei sobre o povo de Israel não teve paciência em esperar 7 dias por Samuel para oferecer holocausto e ofertas pacíficas. Foi orgulhoso, precipitado, mentiroso e dele se afastou o Espírito de DEUS. O seu fim foi um dos mais trágicos das histórias bíblicas. Enfim, a nossa vida pode ser comparada a planta de um grande edifício, cujo desenho arquitetônico foi planejado por DEUS antes da fundação do mundo, no tempo em que ELE considerou necessário. Quem se atreve a dar um retoque diferente daquele que foi posto por DEUS terá excluído o brilho perfeito da vontade perfeita. Logo a deformidade aparecerá nas paredes. Aquele que já sofreu pela precipitação sabe muito bem do que estou escrevendo. Retire de sua mente todas as expectativas e ouse em apenas sonhar os sonhos de DEUS, ouvindo a Sua voz. Descanse. "Confia no Senhor e faze o bem; habita na terra, e vive tranqüilo. Deleita-te no Senhor, e ele te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e ele tudo fará" (Salmos 37:3-5). Amém.
O Senhor JESUS te ama muito, nunca se esqueça disso!!!